Embasa e Coelba são as empresas que mais tiveram reclamações este ano no Procon - Rádio Liberdade FM Online

Embasa e Coelba são as empresas que mais tiveram reclamações este ano no Procon

Diariamente chegam ao Acorda Cidade, muitas reclamações da população sobre os valores excessivos de contas de luz e água. O superintendente da Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Cleudson Almeida, apresentou um balanço sobre as principais queixas que chegaram ao órgão em 2020 e de acordo com ele, foram registradas 4.532 reclamações e a fiscalização do órgão atuou em 1.669 atividades externas.

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

“Sem dúvida nenhuma, o que se tem mais reclamação aqui no órgão é em relação a prestação de serviços referente a Embasa e a Coelba. Muitas pessoas reclamando sobre preços de faturas, entendendo que as faturas vieram com os valores elevados, considerando uma média de consumo e considerando também habitualidade do consumidor em suas residências”, disse.

O superintendente frisou ainda que o ano de 2020 foi um ano atípico e que mesmo com a suspensão das atividades comerciais em determinados períodos, o Procon esteve atuante e registrando as demandas.

“Com o trabalho da fiscalização foram abertos 303 processos administrativos e com o trabalho de atendimento aqui no órgão e através do sistema online foram abertos 905 processos. Na pandemia 147 estabelecimentos do tipo farmácia foram vistoriados e notificados quando se detectou o aumento do álcool em gel e produtos de higiene. No início da pandemia diversas denúncias foram registradas aqui no órgão sobre a questão do aumento do preço, principalmente do álcool em gel, então a fiscalização nesse período autuou verificando possíveis irregularidades e prática de abuso de preço”, frisou.

Cleudson relatou também que além das farmácias, supermercados, postos de combustíveis, agências bancárias, academias, lojas materiais de construção, bares e lanchonetes também foram segmentos que foram alvos de fiscalização da equipe de fiscalização daqui do Procon.

Por: R. Amaral | Fonte: AcordaCidade | 11/12/2020